Brasília, 4 de fevereiro de 2012 - Ficou claro que a presidente Dilma gosta mesmo de ditadura, pois tentou implantar uma aqui no Brasil, com ajuda de companheiros que hoje estão no poder, e ignorou o caso da jornalista cubana Yoani Sanchez, que a todo custo quer sair de Havana para participar de eventos culturais fora da ilha de Fidel Castro. Dona Dilma diz ter combatido "ditaduras de direita"; eu pergunto: a que "ditadura" ela se refere?, pois o que eu sei é que houve uma mudança de governo em 1964, tirando o Brasil da anarquia, da subversão e da ameaça do comunismo que queriam implantar no Brasil, com ajuda de Cuba e da China.
O que a presidente Dilma fez nessa sua viagem ao Caribe é do que todos os ditadores gostam: aparecer para a mídia e mostrar o lado bom, o que não verdade, pois o terror, as ameaças, os conchavos, são feitos entre quatro paredes, sem a presença da imprensa e de testemunhas, como aconteceu em Cuba. Não duvido que a presidente Dilma tenha pedido ao ditador Raul Castro proibir que Yoani Sanchez saia de Havana, certamente para agradar os irmãos Castro, e não criar problemas de relacionamento, pois Dilma sempre foi uma admiradora do regime cubano.
Muita coisa ainda vai acontecer nestes três anos de governo Dilma. Ela vai continuar a receber ordens do Lula, Tarso Genro, José Genoino, Franklim Martins, José Dirceu e outros que participaram no Fórum de São Paulo, quando a proposta naquele evento foi para estimular o esquerdismo e apoiar as ditaduras na América Latina. Já disse aqui neste espaço que a presidente Dilma é uma mulher rancorosa, tem ódio no coração, nunca gostou de militar e para ela Deus não existe. O tempo dirá sobre esta nota que hoje aqui publico. meu amigo. Luiz Solano.
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